RESPOSTA do TEMPO

Depois de completar 6 ciclos, 6 meses de experiências inesquecíveis, escrevi uma carta…atrás de “respostas ao tempo”…Escrevi para cada pessoa e/ou grupo que nos recebeu, da seguinte forma:

Chega a hora de assentar, sentar e fazer “prestação de contas” do projeto LUA NOVA.

Para tal venho pedir a colaboração para avaliarem a validade do “investimento” realizado por 35 pessoas, dentre familiares, amigos, amigos de amigos, etc., num valor total de R$ 9.620,00 (Nove mil seiscentos e vinte Reais), perfazendo um valor médio de 1.600,00 Reais/ciclo, que contribuíram substancialmente para que o “projeto LUA NOVA” fosse realizado.

Por isso, peço a cada “representante” de ciclo que nos envie uma avaliação, uma palavra, uma frase, um parágrafo ou, se possível, uma carta sobre nossa passagem por suas vidas; de que modo chegamos, o que deixamos ou o que levamos que tenha nos aproximado ou distanciado de 3 princípios básicos do Dragon Dreaming:

Crescimento pessoal – compromisso com a nossa própria cura e empoderamento.
Construção de comunidade – o reforço das comunidades das quais fazemos parte.
Serviço à Terra – melhorando o bem-estar e a prosperidade de toda a vida.

A ideia de consolidar “meu desejo” em “projeto” surgiu a partir da orientação de uma mulher, mãe de um adolescente, ambos em processo de desescolarização há mais de 2 anos – Kamala Aymara [destinosustentavel.com]. Ainda lá em maio de 2015, ela me ouviu, me acolheu e me orientou a olhar para aquele meu desejo e avaliar se ele compreendia estes três essenciais princípios citados anteriormente.

Pois, se um projeto compreende, ao mesmo tempo, estes três objetivos, então é um projeto de Dragon Dreaming – uma guia/ferramenta na realização de ações e projetos de cunho socioambiental. Ele é inspirado no “trabalho que Reconecta” de Joanna Macy, na Ecologia Profunda, na teoria dos sistemas vivos mundiais, elementos das teorias quântica, do caos e da complexidade para guiar as necessidades.

De modo que, se um projeto se propõe com base nesses princípios, o mesmo reverbera e possibilita auto-identificação. Portanto, 35 pessoas se identificaram, sonharam juntas, acreditaram e se disponibilizaram financeiramente, diretamente. Além destas, o projeto LUA NOVA também recebeu apoio não-monetarizado, porém de significativo custo financeiro, através de hospedagem e alimentação por parte de 8 famílias-amigas que foram se disponibilizando no percurso, possibilitando-nos a dádiva dos “pontos de apoio logístico” entre o deslocamento de um ciclo para outro:
> ponto Fortaleza-CE > família Nabhan, amiga de infância;
> ponto Salvador-BA > família Lopes, amiga de faculdade;
> ponto Brasília-DF > famílias Cunha Rego, Brolhani e Franco-Steier, famílias paternas de Maya e Zara e amiga de terapia-e-vida;
> ponto Serra Grande-BA > família Belfort, companheira de maternidade;
> ponto Rio de Janeiro-RJ > família Oliveira Peixoto, outra amiga de terapia-maternidade-vida;> ponto Itatiaia-RJ > família Nery, amiga de infância.

Lua Nova reverberou, aconteceu !!!!!  Mas, Alexandra, Maya e Zara, realmente, alcançaram os três princípios essenciais do Dragon Dreaming?

Essa é a “prestação de contas” que quero apresentar aos nossos apoiadores. Fizemos o registro de fotos, são fotos de paisagens, vegetação, flores, sapos, rios, praias, fotos de sorrisos, “curtição”… Em quê estas fotos traduzem os 3 princípios: • Crescimento pessoal ; • Construção de comunidade e • Serviço à Terra ?

Por isso, peço a cada “representante” de ciclo esse feedback que a máquina fotográfica não pôde captar e que está impresso em quem nos recebeu (você) e não nas minhas reflexões… E assim, vou apresentar/compartilhar com os nossos 35 apoiadores financeiros e às 8 famílias, de que modo “desfrutamos” dessa força/energia recebida.

Agradeço sua atenção até aqui, estou chegando ao fim, quero repetir mais uma vez e sempre, foi   i m e n s o    prazer viver alguns dias de minha vida com vocês, trabalhar, comer, dormir, trabalhar de novo, rir e chorar, e sorrir, por fim, de gratidão.

Abraços, A l e x a n d r a

Mas, antes dessa carta, passamos dezembro a janeiro em Santa Teresa, no Rio. Editando as fotos e vivendo um processo de despedida do nosso bairro, bairro de nascimento das meninas e bairro do meu coração, segue links para álbum de cada ciclo:

| LUA NOVA de JULHO :: Ecoaldeia Flecha da Mata, Canoa Quebrada, CE
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157658001765596/

| LUA NOVA de AGOSTO :: projeto 8 Baixos do Brasil, família Guedes-Maravilhas, Crato, CE
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157658310183875/

| LUA NOVA de SETEMBRO :: Coletivo de famílias Aldeia, Itacaré, BA
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157658582641704/

| LUA NOVA de OUTUBRO :: Ecoaldeia Aratikum – IBC, Alto Paraíso de GO
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157660462708020/

| LUA NOVA de NOVEMBRO :: projeto Solarium, Vale do Pavão, Visconde de Mauá, RJ
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157663197995325/

| LUA NOVA de DEZEMBRO :: Colo da Montanha, família Orthof, Teresópolis, RJ
https://www.flickr.com/photos/negapedroso/sets/72157663165480699/

 

E agora, como está o presente?

 

E o Tempo passou, recebemos uma carta do Rui Takeguma (ciclo V – ver carta  Lua Nova no Solarium).

A foto lá acima, abaixo do título desse post, foi tirada no mirante “Janela”, na Chapada dos Veadeiros, durante nossa primeira viagem família para a Chapada, em março de 2015. Um mês antes de encerrar meu último contrato de trabalho, bem antes de “imaginar” o Lua Nova…e a Vida prosseguiu, veio a ideia do projeto, busquei muitas orientações durante a construção do mesmo, dentre tantas quero expor aqui uma carta muito importante, vinda de uma pessoa que nem me conhece, mas foi muito generosa em dar “luz” quando eu tinha muitas confusões sobre o porquê de realizar um projeto de viagem para “aprendizagem ativa”: LUZ_Marcelo Michelson

Mas, a resposta vem sempre lá de dentro, passamos a celebração de ano novo no Rio de Janeiro, na casa de uma amiga, no alto da montanha no bairro de Santa Teresa, avistando em 180 graus a Baía da Guanabara, numa paz profunda, ainda que a cidade estivesse em turbulenta festa, ali naquele alto de prédio a vista era pacífica…Porém, não era mais a minha casa, não era mais o meu lugar, uma beleza superficial, inenarrável, abundante, maaas superficial dentro de mim…. eu não pertencia mais àquela beleza, àquela cultura, àquele cotidiano…eu não queria mais. Então, na tarde do dia 1 de janeiro de 2016, eu insisti em me perguntar:

“Ok, você não quer mais nada, você está preenchida de tanta dádiva recebida, mas a vida continua, queira um lugar, queira alguma coisa, escolha, onde tu quer viver agora?”

 

CAM00878

Pois, percorrer tantos lugares, tantas geografias, tantas vidas, tantas relações, novas formas de relações humanas, de relação com a vida de cada ser, cada coisa, intra e inter-espécies, com o planeta todo, enfim, tantos processos coletivos e/ou individuais ocorrendo simultaneamente em busca de autenticidade com a Natureza, com a função da sociedade dentro da Natureza, com o estar vivo aqui e agora de modo mais integrado, mais ecológico…Tudo isso É muito e É simples. É a partir de mim, de como vivo, interajo, de como me assumo inteira, inteiramente contraditória, em processo, cheia de toxidez em diversas ações e relações cotidianas. Prioritariamente isso: como aceitar, assumir e “processar” toda uma cultura tóxica que está entranhada em minhas ações cotidianas?…tudo isso estava, está, estará em ebulição, gostosa e proveitosamente em ebulição dentro de mim, me mantendo atenta à consciência de que eu posso estar sendo, agora, o elemento mais tóxico à Natureza e a tudo que a envolve, a partir de pequenos atos, palavras, conceitos, crenças, padrões reproduzidos dentro das relações que estabeleço com a Vida, muito para além do que me alimento, como me alimento, como trato o que consumo e descarto, onde moro, etc…Ok, enfim, reverberando vivências, deixando ficar no passado.

Ontem, passado, respondendo à minha própria pergunta, embriagada de verde, cheiro de mato, terra, pássaros, sapos, mosquistos, muriçocas, chão, distância, horizonte, sol, calor calor calor, chuva, chuva, muita chuva, água, abundante, água, àgua pura, àgua cura, dificuldade, humildade, força, resiliência, calma, calma, toda calma, pedras, muitas pedras, tempo, deixa o tempo: Alto Paraíso, quero viver na Chapada dos Veadeiros!

Hoje, presente, 15 de março de 2016…um ano depois daquela foto lá em cima no início do post, a vida dá voltas, deixa a vida dar voltas, ela gosta de bailar, ela nos leva a bailar, deixa o corpo bailar…deixa o corpo bailar.

Gratidão.

“Descobri que é sempre hora de começar algo novo,

de forma inteira.” Silvia Orthof
 

Paisagem da eco-escola Vila Verde, as meninas pediram uma escola, estão frequentando esta, vizinha ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

paisagem vila verde

 

COR + AÇÃO

Caríssim@s,

Primeiramente, muito agradecida!

O apoio de cada um de vocês é o CorAção desse processo, dessa escolha, é a força pulsante que está nos possibilitando algo que eu nem sei mensurar e expor em forma de palavras.

Exatamente isso… Há 59 dias minha rotina compreendia em torno de 8/9 horas por dia diante de uma tela de computador, envolta em relatórios, planejamentos ou algumas pesquisas de trabalho e … Em busca de trabalho.

De repente, essa rotina passa a ser o avesso, carrego o computador comigo, mas o envolvimento no trabalho voluntário na Ecoaldeia, em meio a muitas moscas durante o dia e uma densa nuvem de supermuriçocas à noite, simplesmente me colocou noutra rotina que instantaneamente não conseguia mais ficar sentada, mesmo que por pouco tempo. Eram cuidados com a horta, com o cavalo, com a preparação de almoços coletivos, um sobe e desce na areia, para cá e pra lá… E as crianças brincando, as crianças solicitando… Cadê as palavras, cadê o registro das vivências?

Tudo intenso, tudo sem palavras, só sensações, emoções, muita alegria, muito entusiasmo. Também momentos de dúvidas, aflições, reconexões… Nada em palavras. Mas… Há registros visuais, audiovisuais, porém, principalmente, o registro é o da emoção que a memória capta, captou, está captando.

No entanto, carrego constante desejo de trazer à vocês, meu agradecimento, em forma de prestação de contas, desejo que gostaria vir realizando a cada final de ciclo, mas o que consigo é isso aqui agora, após 2 ciclos:

ciclo I – Ecoaldeia Flecha da Mata, Canoa Quebrada, Aracati-CE. Finalizado no dia 11 de agosto de 2015. 27 dias

álbum de fotos

ciclo II – coletivo Núcleo de Pesquisa e Expressão de 8 Baixos, Crato, sertão do Cariri-CE. Interrompido em 27 de agosto. 12 dias
álbum de fotos

pausa – Salvador-BA. A finalizar hoje, 11 de setembro. 15 dias.
álbum de fotos

ciclo III – Comunidade de famílias – Aldeia, Rio de Contas, Itacaré-BA. Amanhã vamos pegar o ônibus para Ilhéus, passaremos o sábado com a família de Petúnia, uma amiga do Rio, que não encontro há anos, eis que nos redescobrimos no caminho da vida, ela está morando em Serra Grande, nos receberá no sábado. Domingo pegaremos o barco que faz travessia pelo rio e nos leva até a Aldeia. Estou tensa, aflição pelo novo, me acalmarei quando o barco atravessar o rio e eu começar a puxar as malas pela areia, por uns 10 minutos, conforme me avisaram, não vejo a hora de começar a arrastar essas benditas malas.

Vem cá dar uma olhadinha no que vem pela frente…

Há muito que posso vir a escrever sobre cada um dos dias até aqui, cada ciclo, cada vivência, muitas pessoas.

Mas, nesta primeira carta, nesse primeiro registro quero fazer uma breve prestação de contas, recebi muitos apoios, há os apoios financeiros, tanto via cartão de crédito quanto alguns via depósito direto e ainda inesperadíssimos feitos pelos encontros no caminho, sério, pessoas que se emocionam, que se encantam e nos presenteiam com apoio financeiro e/ou logístico.

Porém, quero falar também sobre Destino Sustentável, este blog que nos acolhe, trata-se de um “projeto-mestre” no qual estamos aqui acolhidas, sincronizadas numa história que nem sabíamos, já começou há alguns anos desde que brevemente estivemos juntas, por um curto período, para agora nos reencontrarmos assim, desta forma… Kamala, jovem mãe de um menino de 12 anos, nos orienta nesse processo e por isso estamos fortalecendo o mesmo espaço, somando e ampliando, a partir deste ambiente, sem precisar criar nada além, já está, dadivoso Destino. Por isso, aqui converge e daqui irradia os registros do nosso projeto Lua Nova

Kamala, que a gente possa se abraçar em breve!

E assim vamos:

Sobre os apoios via plataforma Unlock/MoIP: cada vez que a plataforma confirma autorização de um apoio, este fica a compensar por 14 dias, somente após, posso solicitar transferência bancária para minha conta no BB.

Segue link com extrato das compensações e saques via plataforma Unlock/MoIP

Sobre os apoios diretos, via depósito bancário ou “em mãos”: estou recebendo 2 apoios recorrentes via conta bancária e recebi 4 apoios em “cota única”, tudo totalizou o maravilhoso valor de R$ 890,00; isso é muito incrível, porque eu acreditava que receberia apoio, mas não tinha a dimensão de como seria, não tinha a dimensão de que “minha ideia louca”, conforme pareceu há alguns, reverbera tão forte e solidária noutras pessoas.

Sobre apoios não-monetários: já falei um pouco da superorientação e acolhimento que estamos recebendo da Kamala, no que concerne à desescolarização, há um custo técnico quando ela retira um tempo para nos orientar, vai muito além, pois ela que vem me orientando desde o início no processo de construção do projeto, como um todo, desde a busca por sua viabilidade financeira via financiamento solidário. Mas aqui neste curto espaço quero citar minhas amigas que me hospedaram com total generosidade, amiga de infância lá em Fortaleza. Aqui em Salvador, amigona de faculdade. E elas ainda não acham/dizem que não estão exatamente me ajudando! Também os amigos que me emprestaram equipamentos, pois não consegui recursos para câmeras, mas um amigo e outra amiga me emprestaram seus equipamentos, empréstimos de materiais de acampamento etc…uma infinidade de formas de apoio estamos recebendo, muita gratidão. Enfim, faltam poucos minutos para partida para CICLO III, volto logo e escreverei maisebendo 

Eu sempre pensava em temas, em abordagens que poderia tomar para conversar com vocês, fui amadurecendo o que escrever; por fim, o que mais me pareceu importante, nesse primeiro diálogo, foi trazer estes dados. É muito precioso para mim, conversar com vocês sobre isso, sobre esse tema que aflige muitas pessoas, cotidianamente, dinheiro, certeza, garantias, desconfiança, pressão, economia, corrupção, medos, individualismo, escolhas.

Eu quero dizer a cada um que vocês, em totalidade, não se conhecem mutuamente, alguns conhecem uns, outros não; mas todos juntos fazem parte de uma teia solidária, que transforma vidas; uma rede de generosidade que desafia o senso comum que muitas vezes repete que a Humanidade é um projeto perdido, que somos um caso perdido, uma multidão de individualistas, etc...Não somos, estamos todos de alguma forma conectados, cada um ao seu modo, cada um em sua cultura, mas todos desejam e agem em busca de uma Humanidade cada vez melhor, muitos de vocês, eu já sei que não se perdem em TVs/sites e notícias alarmistas de um mundo cruel, violento … Não somos isso, não nos deixemos acreditar num mundo somente cinza, pois vocês são os pintores, mantenhamos as mãos carregadas de todas cores, usemos todas as tintas.

Vocês pintaram a minha vida de um colorido incrível, estão me ajudando a caminhar por tantas paisagens, as mais diversas possíveis.

Hoje estou feliz, hoje, nesse dia de hoje, nas últimas 8 horas…pois, precisava andar por Salvador, encontrar uma pequena peça (rara), por ruas desconhecidas, ruas tão antigas, sujas, abandonadas de cor; mas, cheias de gente, tinha a certeza que mesmo que um ou outro dissesse “é perigoso”, eu me disse “mas confio nas “gentes”, as mais trabalhadoras, perdidas, afoitas, tranquilas, vagabundas, as mais diversas possíveis; estão espalhadas por essas ruas, por todas as ruas e vão me ajudar; vou andar até meu destino e elas vão me ajudar.

Essa vivência de enfrentar as ruas escuras vem dos meus tempos no Rio de Janeiro, de pegar ônibus, de ter que ir onde tiver que ir e ter que ser de ônibus, a pé, andar, andar, subir, descer, pegar à direta, depois esquerda e levar as minhas filhas e mostrar que mesmo nos lugares mais cinzas, só há gente, gente querendo chegar a um lugar também, colorido.

Olha, acho que é isso, essa “escola-experiência” que estou proporcionando às minhas filhas é vir a ser gente, apenas gente, gente como todas as gentes de todo mundo, de qualquer mundo, em qualquer mata ou rua cinzenta. Saber lidar com as cobras, moscas e muriçocas, assim como derreter os medos de gente, perguntar, resolver, vivenciar…viver.

Gratidão.

Um gigante abraço que envolva todos vocês agora, cada em seu lugar, em seu cidade, em sua casa, em sua família, ao mesmo tempo juntos.

CORAÇÃO

COR + AÇÃO

Neguinha, Nega, Juma, Xanda, Ale, Lê…Alexandra Ferreira Pedroso.

projeto LUA NOVA :: do Nada ao Todo

O projeto continua em busca de apoio via Unlock, preciso editar vídeos e imagens, viabilizar equipamentos, softwares, estes apoios podem ser monetários ou através de indicação de alguém que possa disponibilizar horas-técnicas ou orientações para que eu mesma faça, etc. Peço me ajudarem a divulgar mais. Também preciso de mais orientações sobre a Clonlara e outras formas de unschooling. Abraços.

Lua Cheia em Salvador